quinta-feira, 23 de julho de 2015

ILHÉUS: BEBÊ NASCE MORTO APÓS POSSÍVEL NEGLIGÊNCIA MÉDICA

Um homem acusa médicos da maternidade Santa Helena,em Ilhéus, de negligência após filho dele com a esposa Maristela, grávida de nove meses, nascer morto.

Antes do parto, o casal foi até a maternidade oito vezes por causa das dores que Maristela sentia. Na última vez, o bebê estava morto.

A direção do hospital informou que o caso já foi encaminhado para o diretor médico para constatar se houve negligência no atendimento.

O garçom recebeu a notícia na manhã de ontem (quarta,22) e, muito abalado, contou que todos os procedimentos necessários em uma gravidez foram adotados.

Ele acredita que houve negligência por parte de pelo menos dois médicos que atenderam Maristela. Nas oito vezes em que ela esteve na materindade nos últimos dez dias, somente o exame do toque era feito.
Segundo Rafael, os médicos não mediam os batimentos cardíacos do feto, nem faziam ultrassom ou sequer mediam a pressão arterial da gestante.

Em todas as idas, Maristela estava sentindo dor, mas a resposta dos médicos, segundo o garçom, era sempre a mesma, que eles deveriam voltar para casa, pois a esposa não tinha a dilatação necessária para ter um parto normal.

Rafael Muniz ainda contou que, de acordo com os exames do pré-natal, a esposa já estaria completando 41 semanas de gestação, uma semana a mais que a média, que é de 40 semanas.

“Ela veio, eles mandaram voltar [na última vez]. A gente falou ‘não, vamos ficar aqui. Nós só vamos sair com a nossa menina no colo’. Aconteceu isso. Ela ficou, de manhã teve o parto, mas já nasceu falecido”, disse Rafael. (G1 Bahia)

Pílula do dia seguinte antiaids começa a ser distribuída hoje

O uso unificado da “pílula do dia seguinte” para aids começa a valer a partir desta quinta-feira (23). Com a publicação no Diário Oficial da União do novo protocolo de diretrizes terapêuticas, todas as pessoas que tiverem enfrentado uma situação de risco para o vírus HIV passam a ter acesso aos medicamentos antiaids em qualquer serviço especializado.
pirulasA profilaxia pós-exposição, como o tratamento é chamado, é indicado para todos que tiveram risco de contato com o vírus causador da aids. Isso pode acontecer tanto num acidente ocupacional, como médicos ou enfermeiros que tiveram contato com sangue de paciente, quanto com vítimas de violência sexual ou pessoas que tiveram relação sexual desprotegida. Para ter eficácia, no entanto, o tratamento, feito ao longo de 28 dias, tem de ter início no máximo até 72 horas após a exposição ao vírus. O ideal é que o ele seja iniciado nas primeiras duas horas após a exposição.
O objetivo da nova estratégia é facilitar o acesso e, principalmente, evitar a recusa de alguns serviços de fornecer a terapia, eficaz para prevenção da doença. “Antes da mudança, havia o entendimento incorreto de que um serviço especializado poderia atender apenas a um grupo determinado”, afirmou o diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Fábio Mesquita.
Com isso, serviços que prestam atendimentos a vítimas de violência, por exemplo, alegavam que só poderiam fornecer remédios às mulheres ali atendidas. “A maior parte das recusas ocorria para pessoas que recorriam ao serviços depois de manter relações sexuais desprotegidas”, completou Mesquita.
O Ministério da Saúde não tem estimativa de qual será o impacto da mudança. Para facilitar o acesso aos serviços, o Ministério vai lançar um aplicativo em dezembro com orientações sobre os postos mais próximos de distribuição. Além de centros de serviços especializados em DST-Aids, em algumas cidades antirretrovirais são fornecidos também em unidades de emergência. “Nos casos de serviços 24 horas, a distribuição de medicamentos não é feita para 28 dias. Os serviços dão o suficiente para três ou quatro dias de terapia e pedem que o paciente retorne, num segundo momento, para pegar o restante.”
A terapia começou a ser ofertada no Sistema Único de Saúde nos anos 90, inicialmente para profissionais de saúde que tiveram contato com materiais contaminados ou sob risco de contaminação. Em 1998, a terapia foi estendida para vítimas de violência sexual e, em 2011, passou a ser ofertada também a todos os que tiveram uma relação sexual desprotegida.
Conferência
Mesquita, que está na Conferência Internacional de Aids, em Vancouver, no Canadá, contou que neste ano o Brasil definirá a estratégia para outra forma de prevenção à doença: o uso dos antiaids antes da relação sexual desprotegida. Neste caso, em vez de “pílula do dia seguinte”, os remédios agiriam como uma “vacina”.
Hoje, dois estudos estão em andamento, para verificar a adesão de voluntários. “A eficácia da terapia pré-exposição está comprovada. O que observamos é o comportamento de pacientes voluntários, se eles mantêm o uso de remédios, se aprovam a estratégia”, contou. Resultados de estudo conduzido na Fiocruz foram animadores. A ideia é definir se a estratégia pode ser incluída no programa brasileiro a partir de 2016.
da “pílula do dia seguinte” para aids começa a valer a partir desta quinta-feira (23). Com a publicação no Di
O uso unificado da “pílula do dia seguinte” para aids começa a valer a partir desta quinta-feira (23). Com a publicação no Diário Oficial da União do novo protocolo de diretrizes terapêuticas, todas as pessoas que tiverem enfrentado uma situação de risco para o vírus HIV passam a ter acesso aos medicamentos antiaids em qualquer serviço especializado.
A profilaxia pós-exposição, como o tratamento é chamado, é indicado para todos que tiveram risco de contato com o vírus causador da aids. Isso pode acontecer tanto num acidente ocupacional, como médicos ou enfermeiros que tiveram contato com sangue de paciente, quanto com vítimas de violência sexual ou pessoas que tiveram relação sexual desprotegida. Para ter eficácia, no entanto, o tratamento, feito ao longo de 28 dias, tem de ter início no máximo até 72 horas após a exposição ao vírus. O ideal é que o ele seja iniciado nas primeiras duas horas após a exposição.
O objetivo da nova estratégia é facilitar o acesso e, principalmente, evitar a recusa de alguns serviços de fornecer a terapia, eficaz para prevenção da doença. “Antes da mudança, havia o entendimento incorreto de que um serviço especializado poderia atender apenas a um grupo determinado”, afirmou o diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Fábio Mesquita.
Com isso, serviços que prestam atendimentos a vítimas de violência, por exemplo, alegavam que só poderiam fornecer remédios às mulheres ali atendidas. “A maior parte das recusas ocorria para pessoas que recorriam ao serviços depois de manter relações sexuais desprotegidas”, completou Mesquita.
O Ministério da Saúde não tem estimativa de qual será o impacto da mudança. Para facilitar o acesso aos serviços, o Ministério vai lançar um aplicativo em dezembro com orientações sobre os postos mais próximos de distribuição. Além de centros de serviços especializados em DST-Aids, em algumas cidades antirretrovirais são fornecidos também em unidades de emergência. “Nos casos de serviços 24 horas, a distribuição de medicamentos não é feita para 28 dias. Os serviços dão o suficiente para três ou quatro dias de terapia e pedem que o paciente retorne, num segundo momento, para pegar o restante.”
A terapia começou a ser ofertada no Sistema Único de Saúde nos anos 90, inicialmente para profissionais de saúde que tiveram contato com materiais contaminados ou sob risco de contaminação. Em 1998, a terapia foi estendida para vítimas de violência sexual e, em 2011, passou a ser ofertada também a todos os que tiveram uma relação sexual desprotegida.
Conferência
Mesquita, que está na Conferência Internacional de Aids, em Vancouver, no Canadá, contou que neste ano o Brasil definirá a estratégia para outra forma de prevenção à doença: o uso dos antiaids antes da relação sexual desprotegida. Neste caso, em vez de “pílula do dia seguinte”, os remédios agiriam como uma “vacina”.
Hoje, dois estudos estão em andamento, para verificar a adesão de voluntários. “A eficácia da terapia pré-exposição está comprovada. O que observamos é o comportamento de pacientes voluntários, se eles mantêm o uso de remédios, se aprovam a estratégia”, contou. Resultados de estudo conduzido na Fiocruz foram animadores. A ideia é definir se a estratégia pode ser incluída no programa brasileiro a partir de 2016.
O uso unificado da “pílula do dia seguinte” para aids começa a valer a partir desta quinta-feira (23). Com a publicação no Diário Oficial da União do novo protocolo de diretrizes terapêuticas, todas as pessoas que tiverem enfrentado uma situação de risco para o vírus HIV passam a ter acesso aos medicamentos antiaids em qualquer serviço especializado.
A profilaxia pós-exposição, como o tratamento é chamado, é indicado para todos que tiveram risco de contato com o vírus causador da aids. Isso pode acontecer tanto num acidente ocupacional, como médicos ou enfermeiros que tiveram contato com sangue de paciente, quanto com vítimas de violência sexual ou pessoas que tiveram relação sexual desprotegida. Para ter eficácia, no entanto, o tratamento, feito ao longo de 28 dias, tem de ter início no máximo até 72 horas após a exposição ao vírus. O ideal é que o ele seja iniciado nas primeiras duas horas após a exposição.
O objetivo da nova estratégia é facilitar o acesso e, principalmente, evitar a recusa de alguns serviços de fornecer a terapia, eficaz para prevenção da doença. “Antes da mudança, havia o entendimento incorreto de que um serviço especializado poderia atender apenas a um grupo determinado”, afirmou o diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Fábio Mesquita.
Com isso, serviços que prestam atendimentos a vítimas de violência, por exemplo, alegavam que só poderiam fornecer remédios às mulheres ali atendidas. “A maior parte das recusas ocorria para pessoas que recorriam ao serviços depois de manter relações sexuais desprotegidas”, completou Mesquita.
O Ministério da Saúde não tem estimativa de qual será o impacto da mudança. Para facilitar o acesso aos serviços, o Ministério vai lançar um aplicativo em dezembro com orientações sobre os postos mais próximos de distribuição. Além de centros de serviços especializados em DST-Aids, em algumas cidades antirretrovirais são fornecidos também em unidades de emergência. “Nos casos de serviços 24 horas, a distribuição de medicamentos não é feita para 28 dias. Os serviços dão o suficiente para três ou quatro dias de terapia e pedem que o paciente retorne, num segundo momento, para pegar o restante.”
A terapia começou a ser ofertada no Sistema Único de Saúde nos anos 90, inicialmente para profissionais de saúde que tiveram contato com materiais contaminados ou sob risco de contaminação. Em 1998, a terapia foi estendida para vítimas de violência sexual e, em 2011, passou a ser ofertada também a todos os que tiveram uma relação sexual desprotegida.
Conferência
Mesquita, que está na Conferência Internacional de Aids, em Vancouver, no Canadá, contou que neste ano o Brasil definirá a estratégia para outra forma de prevenção à doença: o uso dos antiaids antes da relação sexual desprotegida. Neste caso, em vez de “pílula do dia seguinte”, os remédios agiriam como uma “vacina”.
Hoje, dois estudos estão em andamento, para verificar a adesão de voluntários. “A eficácia da terapia pré-exposição está comprovada. O que observamos é o comportamento de pacientes voluntários, se eles mantêm o uso de remédios, se aprovam a estratégia”, contou. Resultados de estudo conduzido na Fiocruz foram animadores. A ideia é definir se a estratégia pode ser incluída no programa brasileiro a partir de 2016.
ário Oficial da União do novo protocolo de diretrizes terapêuticas, todas as pessoas que tiverem enfrentado uma situação de risco para o vírus HIV passam a ter acesso aos medicamentos antiaids em qualquer serviço especializado. A profilaxia pós-exposição, como o tratamento é chamado, é indicado para todos que tiveram risco de contato com o vírus causador da aids. Isso pode acontecer tanto num acidente ocupacional, como médicos ou enfermeiros que tiveram contato com sangue de paciente, quanto com vítimas de violência sexual ou pessoas que tiveram relação sexual desprotegida. Para ter eficácia, no entanto, o tratamento, feito ao longo de 28 dias, tem de ter início no máximo até 72 horas após a exposição ao vírus. O ideal é que o ele seja iniciado nas primeiras duas horas após a exposição. O objetivo da nova estratégia é facilitar o acesso e, principalmente, evitar a recusa de alguns serviços de fornecer a terapia, eficaz para prevenção da doença. “Antes da mudança, havia o entendimento incorreto de que um serviço especializado poderia atender apenas a um grupo determinado”, afirmou o diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Fábio Mesquita. Com isso, serviços que prestam atendimentos a vítimas de violência, por exemplo, alegavam que só poderiam fornecer remédios às mulheres ali atendidas. “A maior parte das recusas ocorria para pessoas que recorriam ao serviços depois de manter relações sexuais desprotegidas”, completou Mesquita. O Ministério da Saúde não tem estimativa de qual será o impacto da mudança. Para facilitar o acesso aos serviços, o Ministério vai lançar um aplicativo em dezembro com orientações sobre os postos mais próximos de distribuição. Além de centros de serviços especializados em DST-Aids, em algumas cidades antirretrovirais são fornecidos também em unidades de emergência. “Nos casos de serviços 24 horas, a distribuição de medicamentos não é feita para 28 dias. Os serviços dão o suficiente para três ou quatro dias de terapia e pedem que o paciente retorne, num segundo momento, para pegar o restante.” A terapia começou a ser ofertada no Sistema Único de Saúde nos anos 90, inicialmente para profissionais de saúde que tiveram contato com materiais contaminados ou sob risco de contaminação. Em 1998, a terapia foi estendida para vítimas de violência sexual e, em 2011, passou a ser ofertada também a todos os que tiveram uma relação sexual desprotegida. Conferência Mesquita, que está na Conferência Internacional de Aids, em Vancouver, no Canadá, contou que neste ano o Brasil definirá a estratégia para outra forma de prevenção à doença: o uso dos antiaids antes da relação sexual desprotegida. Neste caso, em vez de “pílula do dia seguinte”, os remédios agiriam como uma “vacina”. Hoje, dois estudos estão em andamento, para verificar a adesão de voluntários. “A eficácia da terapia pré-exposição está comprovada. O que observamos é o comportamento de pacientes voluntários, se eles mantêm o uso de remédios, se aprovam a estratégia”, contou. Resultados de estudo conduzido na Fiocruz foram animadores. A ideia é definir se a estratégia pode ser incluída no programa brasileiro a partir de 2016. do dia seguinte antiaids começa a ser distribuída hoje

Tribunal nega de vez habeas para Dirceu, que teme prisão

O Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF4) negou nesta quarta-feira (22), por unanimidade e em caráter definitivo, habeas corpus preventivo para José Dirceu, ex-ministro-chefe da Casa Civil (Governo Lula) que teme ser preso na Operação Lava Jato. Dirceu é alvo da força-tarefa do Ministério Público Federal. Atualmente, ele cumpre prisão domiciliar em Brasília, condenado no processo do Mensalão. 

A decisão é da 8.ªTurma do TRF4 que julgou recurso denominado agravo regimental em habeas corpus preventivo impetrado pela defesa de Dirceu no dia 8 de julho. No pedido, o criminalista Roberto Podval, que coordena o núcleo de defesa do ex-ministro, argumenta que ele está na "iminência de ser preso". 

O juiz federal Nivaldo Brunoni, relator da Lava Jato no TRF4 durante as férias do desembargador João Pedro Gebran Neto, havia negado a análise do habeas preventivo por entender que este não se justificava e negou seguimento ao processo. 

A defesa pediu a Brunoni que reconsiderasse sua decisão, mas o juiz indeferiu esse novo pedido. O habeas preventivo de José Dirceu foi ajuizado dia 2 de julho no TRF4. A defesa alegou que pretendia evitar a "possível ordem prisão preventiva" de Dirceu pelo juiz federal Sérgio Moro, que conduz as ações penais da Lava Jato. O criminalista Roberto Podval estuda recorrer, agora, ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Jequié: Manifestantes dão as costas para prefeita durante evento

Jequié: Manifestantes dão as costas para prefeita durante evento
Foto: Reprodução / Blog do Marcos Frahm
Um grupo de funcionário da prefeitura de Jequié, no sudoeste baiano, deram as costas à prefeita da cidade, Tânia Britto (PP), durante a abertura da 7ª Conferência Municipal de Saúde nesta quarta-feira (22).

O fato ocorreu no auditório Wally Salomão, no campus da Universidade do Sudoeste da Bahia (Uesb) de Jequié. Segundo o Blog do Marcos Frahm, o fato ocorreu quando Tânia fez uso da palavra, para saudar os presentes no evento. Um grupo de servidores da saúde local virou às costas em repúdio a prefeita. 

A 7ª Conferência de Saúde vai até esta sexta-feira (24) quando será aprovado o relatório dos grupos de trabalho e forem eleitos os delegados que irão a Salvador para a Conferência Estadual de Saúde.

Rodrigo Janot vetou atuação da Polícia Federal na Câmara dos Deputados

Rodrigo Janot vetou atuação da Polícia Federal na Câmara dos DeputadosA Polícia Federal pretendia fazer buscas no gabinete do líder do PP na Câmara dos Deputados, Eduardo da Fonte (PE), um dos investigados no petróleo, durante a Operação Politeia, mas o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, discordou das buscas. 

De acordo com a Folha de S. Paulo, não havia indícios de que atos ligados ao esquema na Petrobras tivessem acontecido no local.

 A negativa à tentativa da PF de levar a ação para dentro da Câmara foi utilizada por Janot para mostrar força e garantir o controle das investigações contra os políticos. A disputa entre a Procuradoria e a polícia já provocou até a paralisação de depoimentos da Lava Jato.

Polícia Federal sugere quebra de sigilo de José Sérgio Gabrielli

Peritos criminais da Polícia Federal sugerem a quebra do sigilo bancário e fiscal do ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli (PT) por conta das investigação sobre e-mails do presidente da Odebrecht, Marcelo Bahia Odebrecht, que tratam depropostas comerciais “com preços majorados relativas a contratos para prestação de serviços de operação de sondas, em prejuízo da Petrobrás”.

De acordo com o Estado S. Paulo, os agentes querem acessar dados financeiros e tributários de Gabrielli concentrados em um largo período, de 1º de janeiro de 2010 a 30 de junho de 2015. O objetivo é ‘esclarecer se as tentativas de majoração de preço prosperaram ou não’. Os peritos subscrevem laudo sobre troca de e-mails entre Odebrecht e executivos do grupo. 

As mensagens indicam suposta tentativa da maior empreiteira do País de apresentar propostas com preços acrescidos. Elas também citam os nomes do ministro-chefe da Casa Civil Aloizio Mercadante (PT-SP) e do ex-presidente da estatal como contatos políticos da Odebrecht nas negociações. 

Além disso, os peritos propõem o afastamento do sigilo de outros dois alvos da apuração: André Luiz de Souza e José Miranda Formigli Filho, este ex-diretor da Petrobras, além da Enseada Indústria Naval e da Sete Brasil, empresa criada pela petroleira.

Cansado de ser assaltado, comerciante promove velório da segurança pública em Jequié

Insatisfeito com a escalada da violência na cidade, o empresário Renê Willians, proprietário de um supermercado no bairro Curral Novo, em Jequié, decidiu convocar outros 

comerciantes e moradores da localidade para promover, nesta quarta-feira (22/7) um ato público inusitado: o velório e sepultamento da ”segurança pública”. ”Contratamos esse velório e vamos fazer o sepultado simbólico no Cemitério São Sebastião, aqui no bairro, porque já não suportamos mais conviver com essa situação de insegurança”, desabafou. 

Ele faz questão de salientar que a iniciativa visa unir forças de todos em defesa de direitos assegurados. ”Não se trata de um protesto para confrontar com ninguém e sim com a finalidade de buscar apoio para a resolução dos problemas que enfrentamos”, destacou. 

Renê foi vítima de assalto à mão armada na segunda-feira, 20, nas proximidades do seu estabelecimento comercial quando se dirigia a uma agência bancária com R$ 28 mil (vinte e oito mil reais). Dois marginais, a bordo em uma motocicleta, levaram toda a quantia. ”Colocaram o revólver na minha cabeça, me retiraram do carro e levaram todo o dinheiro que eu ia depositar no centro da cidade”, relatou. Revoltado com a situação, o comerciante anunciou o fim das atividades do Correspondente Bancário, o único do bairro, que funcionava no seu supermercado. 

O comerciante, que já foi vítima de vários outros assaltos em Jequié, afirmou que o mais revoltante foi o fato de ele ter acionado a polícia militar e o socorro ter chegando somente uma hora e 50 minutos depois. ”Todas as pessoas que presenciaram o meu sofrimento e a minha angústia também ficaram revoltadas com a falta de assistência em um momento de extrema necessidade”, concluiu. *Informações do site Jequié e Região

SBT LANÇA, NESTA QUARTA-FEIRA, DESENHO COM CASAL LÉSBICO

O SBT estreará nesta quarta-feira (22) o desenho “Avatar: A Lenda de Korra”, dentro do programa “Bom Dia & Cia”.

A novidade foi anunciada ontem (terça, 21) por Silvia Abravanel, filha de Silvio Santos e apresentadora do infantil há uma semana, quando a Justiça proibiu a emissora de usar crianças no programa.

Nos Estados Unidos, a animação gerou polêmica no ano passado pela violência e pela sugestão de um relacionamento lésbico da protagonista, exibida no último episódio, em dezembro de 2014.

Procurado pela reportagem, o SBT afirma que comprou apenas a primeira e segunda temporada do desenho. O capítulo que gerou a polêmica sobre a sexualidade da protagonista faz parte da 4ª e última temporada.

ILHÉUS: SEGUNDO ENCONTRO DE COMPOSITORES ACONTECE NA PRÓXIMA SEXTA-FEIRA

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Na próxima sexta-feira, dia 24, acontece na Tenda Teatro Popular de Ilhéus, localizada na Avenida Soares Lopes, o segundo “Encontro de Compositores” do mês de julho.

O evento reúne, num show musical, quatro compositores e um percussionista. Na sexta-feira é a vez de se apresentarem: Eloah Monteiro, Edu Neto, Brena Gonçalves e Ismera Rock.

O primeiro Encontro, ocorrido no último dia 10, contou com uma ótima recepção do público, que lotou a Tenda.

Os ingressos para o “Encontro de Compositores” custam R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia) e podem ser adquiridos na Livraria Papyrus, Globo Festas ou na bilheteria da Tenda. A classificação indicativa é de 18 anos.

Tenda – Inaugurado há dois anos, o espaço é administrada pelo Teatro Popular de Ilhéus. As atividades são mantidas através do Programa de Apoio a Instituições Culturais de Ações Continuadas do Fundo de Cultura da Bahia.