quarta-feira, 27 de novembro de 2019

O VERDADEIRO AMOR DE ABEL: PEDRO CARVALHO É CASADO COM ADVOGADO BONITÃO HÁ DOIS ANOS

Pedro Carvalho, o Abel de 'A dona do pedaço', é casado com advogado há dois anos
Muita gente torceu para que Abel e Britney terminassem juntos em “A dona do pedaço”. Quando os atores Pedro Carvalho e Glamour Garcia apareceram em fotos fazendo compras juntos num shopping do Rio, esta semana, a mesma torcida desejou que a relação tivesse extrapolado a ficção. 

Mas não. Assim como Glamour tem seu amor na vida real, Pedro tem o seu: o marido João Henrique Simonetti.


João Henrique é mais um dos motivos para que Pedro tenha fixado residência no Brasil. O português de 34 anos, e o advogado, de 35, moram juntos há quase dois anos, mas mantêm uma discreta relação, só conhecida dos amigos mais próximos e colegas de profissão, além das famílias de ambos.

Para aliados de Bolsonaro, novo partido não será criado a tempo das eleições de 2020

Resultado de imagem para bolsonaroAliados do presidente Jair Bolsonaro acreditam, que o recém lançado Aliança pelo Brasil, novo partido chefe do Executivo, não terá condições de disputar as eleições do ano que vem.

Conforme apurado pelo jornalista Valdo Cruz, deputados aliados sinalizaram que ainda há divergência sobre o modelo que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) poderá autorizar. O  Tribunal pode autorizar nesta terça-feira (26) a coleta eletrônica de assinaturas para registro de partidos na Justiça Eleitoral.

O entendimento entre os aliados, de acordo com o G1, é de que mesmo com a autorização, a criação desse novo sistema deve demorar e não haveria tempo para ele estar em funcionamento até o final de março para conferência das assinaturas. É a mesma avaliação de alguns ministros do TSE que conversaram com o blog de Valdo Cruz.

Tá complicado abastecer, ou você abastece o carro ou a geladeira.

Petrobras aumenta preço de gasolina e mantém inalterado preço de dieselPetrobras aumenta preço de gasolina e mantém inalterado preço de diesel

Até o anúncio de hoje, o mais recente reajuste efetuado pela empresa ocorreu em 19 de novembro.


A Petrobras anunciou hoje acréscimo de R$ 0,0737 no litro da gasolina, e manteve inalterado preço do diesel nas refinarias e pontos de entrega da empresa no país. A informações constam em tabela veiculada em portal da empresa na internet.

No caso da gasolina, nos mesmos pontos de entrega, a Petrobras aumentou em 3,93% o combustível na refinaria de Paulínia, onde o litro subiu de R$ 1,882 para R$ 1,956 na modalidade Ex-Ponto “A”. Na mesma modalidade, houve avanço de 4,07% em São Francisco do Conde (BA), onde o litro passou de R$ 1,806 para R$ 1,880. Já em Araucária (PR), também na mesma modalidade, houve alta de 4,01%, de R$ 1,819 para R$ 1,892, no preço do litro da gasolina.

Até o anúncio de hoje, o mais recente reajuste efetuado pela empresa ocorreu em 19 de novembro. Na ocasião, um dia antes da vigência do reajuste, a empresa avisou a seus clientes aumento de 2,7% no preço da gasolina. O preço do diesel também foi aumentado em 1,2%, informou na época a Petrobras a seus clientes, segundo apuração da Folhapress.

terça-feira, 19 de novembro de 2019

Um grupo de jovens uniformizados, marchando e batendo continência para o pastores da Igreja Universal do Reino de Deus.

O que a  Igreja Universal do Reino de Deus quer com os gladiadores do altar

Dólar alto pressiona preço da gasolina e cria defasagem do combustível

A escalada do dólar coloca pressão sobre o preço da gasolina no país, que já está há mais de 50 dias sem reajustes e, segundo especialistas, com defasagem em relação às cotações internacionais do combustível.

O mercado espera que a Petrobras anuncie aumento nos próximos dias para cobrir a diferença. Desde 2016, a política de preços da estatal prevê o acompanhamento das cotações internacionais.

O último reajuste no preço da gasolina vendida pela Petrobras foi promovido no dia 27 de setembro e completa nesta terça (19) 54 dias. É a maior série sem mudanças desde o início de 2017.

O aumento foi de 2,5%, refletindo a disparada dos preços na semana anterior, quando a maior refinaria da Arábia Saudita foi atacada por drones, retirando do mercado 5% da produção global.

No dia do reajuste, o dólar fechou em R$ 4,156 por litro. O petróleo Brent, referência internacional negociada em Londres, fechou cotado em US$ 61,88 (R$ 257,2, pela cotação da época) por barril.

Nesta segunda (18), o dólar bateu R$ 4,206, a maior cotação nominal da história, e o Brent fechou a US$ 63,30 (R$ 266,2, pela cotação atual) por barril.

Segundo a Abicom (Associação Brasileira das Importadoras de Combustíveis), a cotação internacional da gasolina subiu 6% entre o último reajuste no Brasil e sexta (15).

A entidade vê defasagem entre R$ 0,09 e R$ 0,19 por litro, dependendo do ponto de entrega -o último valor refere-se ao porto de Itaqui, no Maranhão, um dos principais pontos de entrada de gasolina importada.

A Abicom reclama que os preços atuais inviabilizam operações de importação em todos os portos. Em relatório divulgado na sexta, o CBIE (Centro Brasileiro de Infraestrutura) calculou em R$ 0,10 por litro a defasagem média do preço da gasolina vendida pela Petrobras em relação à cotação do Golfo do México, nos Estados Unidos.

Desde 2016, a política de preços da Petrobras considera um conceito chamado de paridade de importação, que é a soma das cotações internacionais convertidas ao real com os custos de importação e margens de lucro.

Nos primeiros meses, os reajustes tinham periodicidade mensal. Em julho de 2017, com o objetivo de se defender de importações, a direção da empresa autorizou a área técnica a fazer ajustes diários.

Após a greve dos caminhoneiros, em maio de 2018, a companhia voltou atrás e estabeleceu um prazo máximo de 15 dias para reajustes, política que foi abolida no governo Jair Bolsonaro -não há mais periodicidade definida.

A última vez que o preço da gasolina ficou tanto tempo sem ajustes foi entre os meses de fevereiro e abril de 2017. Ao todo, foram 55 dias. Na época, o litro era vendido pela estatal a R$ 1,5901, em valores corrigidos pelo IPCA.

Atualmente, o combustível sai das refinarias da estatal, em média, a R$ 1,8054, de acordo com o CBIE -a Petrobras não publica mais o valor médio. Já o preço do diesel, que foi reajustado pela última vez na semana passada (queda de 3%) está próximo das cotações internacionais, diz a consultoria.

Em nota, a Petrobras disse que a política de paridade internacional permanece em vigor, mas que o preço de paridade "não é um valor absoluto, único e percebido da mesma maneira por todos os agentes".

"Os reais valores de importação variam de agente para agente, dependendo de características como, por exemplo, as relações comerciais no mercado internacional e doméstico, o acesso à infraestrutura logística e a escala de atuação", diz a companhia.

A empresa afirma ainda que não houve interrupção nas importações por terceiros, o que "evidencia a viabilidade econômica das importações realizadas por agentes eficientes de mercado".

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Frota vaza áudio de Malafaia e expõe farra bilionária de cargos e "boquinhas" no governo Bolsonaro


Magno Malta e Silas Malafaia foram os principais articuladores da campanha do capitão junto ao eleitorado evangélico.


Na mensagem enviada ao deputado Alexandre Frota (PSDB-SP) em fevereiro, quando se diz profundamente decepcionado com Jair Bolsonaro, o pastor Silas Malafaia conta que o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, teria procurado a mando do capitão o ex-senador Magno Malta e oferecido a ele o cargo de presidente do Conselho do Sesi, com um salário de R$ 60 mil.

quinta-feira, 14 de novembro de 2019

Bebianno nega ser autor de dossiê da "suruba gay" sobre o "príncipe" e chama Bolsonaro de mentiroso

Ex-braço direito do presidente quer que ele passe por um detector de mentiras

Em um vídeo de mais de quinze minutos, o ex-secretário de governo de Jair Bolsonaro e seu ex-braço direito Gustavo Bebianno rebateu a versão de que ele teria sido o responsável por um dossiê para para impedir que o hoje deputado federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PSL-SP) fosse candidato a vice-presidente nas eleições de 2018.
  

Lula publica em rede social foto do encontro em Salvador com Rui, Wagner e Haddad


Lula publica em rede social foto do encontro em Salvador com Rui, Wagner e HaddadO ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) publicou nas redes sociais uma foto do encontro em Salvador com o governador da Bahia, Rui Costa, o senador Jaques Wagner e o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, todos do PT.

Além deles, aparecem na fotografia a presidente nacional do PT, a deputada federal Gleisi Hoffmann, e os governadores da sigla, Fátima Bezerra (Rio Grande do Norte) e Wellington Dias (Piauí). Todos desembarcaram na capital baiana nesta quarta-feira (13) à noite (reveja aqui). 

Nesta quinta-feira (14), a Executiva nacional da sigla se reúne no Wish Hotel Bahia, no Campo Grande. Na reunião, os petistas devem debater estratégias para eleição do próximo ano. 

TRF-4 anula sentença por 'copia e cola' de juíza da Lava Jato que condenou Lula


TRF-4 anula sentença por 'copia e cola' de juíza da Lava Jato que condenou LulaO TRF-4 (Tribunal Regional Federal da Quarta Região) anulou nesta quarta-feira (13) uma decisão da juíza Gabriela Hardt, que substituiu temporariamente Sergio Moro nas ações referentes à Lava Jato em Curitiba, sob alegação de que a magistrada copiou e colou a sentença. O caso é referente a um esquema de desvio de verbas no interior do Paraná.

O argumento é similar ao utilizado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que questionou Hardt pela sentença referente ao sítio de Atibaia (SP). Lula foi condenado a 12 anos e 11 meses pela magistrada de primeira instância em uma decisão de fevereiro deste ano. Segundo os advogados do ex-presidente, que recorrem da decisão no TRF-4, houve cópia por parte da magistrada.

O ex-presidente deixou a cadeia na última sexta-feira (8), após 580 dias preso na sede da Superintendência da Polícia Federal do Paraná, em Curitiba. A soltura ocorreu um dia após o Supremo Tribunal Federal ter decidido que um condenado só pode ser preso após o trânsito em julgado (o fim dos recursos). Isso alterou a jurisprudência que, desde 2016, vinha permitindo a prisão logo após a condenação em segunda instância.

Lula cumpria pena de oito anos e dez meses de prisão, fixada pelo Superior Tribunal de Justiça, por outro processo, o do tríplex de Guarujá (SP).O caso desta quarta está relacionado a desvios de verbas em Santa Helena, cidade no interior do Paraná. O esquema envolvia duas organizações sociais civis de interesse público (oscips) que tinham contratos na área de saúde com município.

Haviam sido condenados dirigentes das organizações (por crimes como organização criminosa e lavagem de dinheiro) e a ex-prefeita Rita Maria Schmidt (por frustração ao caráter competitivo de licitação).  Na decisão do TRF-4, o juiz federal Leandro Paulsen disse que "reproduzir, como seus, argumentos de terceiro, copiando peça processual sem indicação da fonte, não é admissível". Os magistrados João Pedro Gebran Neto (relator) e Carlos Eduardo Thompson Flores também votaram pela nulidade da sentença de Hardt.

Segundo Paulsen, a juíza federal apropriou-se dos fundamentos do Ministério Público Federal expostos nas alegações finais, "sem fazer qualquer referência de que os estava adotando como razões de decidir, trazendo como se fossem seus os argumentos, o que não se pode admitir." No caso que envolve o ex-presidente Lula, que não tem relação com o julgamento desta quarta, a defesa protocolou nos autos uma perícia realizada pelo Instituto Del Picchia que constatou que houve, por parte de Hardt, "aproveitamento do mesmo arquivo de texto" que embasou a condenação do petista no processo do tríplex.

"Há certeza técnica de que a sentença do sítio foi superposta ao arquivo de texto da sentença do tríplex, diante das múltiplas e extremamente singulares 'coincidências' terminológicas", informou o documento da perícia, que foi encaminhado ao STF. Hardt assumiu a titularidade temporariamente a 13ª Vara Federal de Curitiba após a exoneração de Moro, que se tornou ministro da Justiça do governo de Jair Bolsonaro. Em março, o juiz federal Luiz Antônio Bonat foi conduzido à titularidade e, consequentemente, ficou responsável pelos casos referentes à Lava Jato.

Como mostrou a Folha de S.Paulo, Hardt foi autorizada pela Corregedoria Regional da Justiça Federal a despachar em casos da Lava Jato em conjunto com Bonat. Em maio, Hardt admitiu, em entrevista a jornalistas antes de palestrar em um evento, que utilizou como modelo a decisão do ex-juiz Sergio Moro sobre o caso do tríplex. A juíza afirmou que faz isso "sempre" e que seria um "retrabalho" começar a redigir uma sentença do zero.

"A gente sempre faz uma sentença em cima da outra. E a gente busca a anterior que mais se aproxima", afirmou. "Nosso sistema tem modelo para que a gente comece a redigir em cima dele. Eu faço isso em todas as minhas decisões. Raramente começo a redigir uma sentença do zero porque seria um retrabalho."

Em relação ao ex-presidente, Hardt afirmou que a sentença disponível no sistema que tinha mais semelhanças com o caso era a do ex-juiz Sergio Moro. "Usei o modelo do caso mais próximo, mas a fundamentação da sentença não tem nada da anterior", declarou. Na sentença que condenou Lula pelo sítio, a juíza chegou a mencionar o termo "apartamento" (fato também mencionado na perícia contratada pela defesa do ex-presidente).

A palavra, admitiu a juíza, estava na sentença de Moro e não foi alterada por erro pessoal. "Eu fiz em cima e na revisão esqueci de tirar aquela palavra", disse Hardt. "Fiz a sentença sozinha. Todas as falhas dela são minhas." Lula estava preso desde o dia 7 abril de 2018 em uma cela especial da Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba. O local mede 15 metros quadrados, tem banheiro e fica isolado no último andar do prédio. Ele não teve contato com outros presos, que vivem na carceragem, no primeiro andar.

A pena de Lula foi definida pelo Superior Tribunal de Justiça em 8 anos, 10 meses e 20 dias. O petista foi condenado sob a acusação de aceitar a propriedade de um tríplex, em Guarujá, como propina paga pela OAS em troca de três contratos com a Petrobras, o que ele sempre negou. O caso ainda tem recursos finais pendentes nessa instância antes de ser remetido para o STF. O Supremo, porém, pode anular todo o processo sob argumento de Moro não tinha a imparcialidade necessária para julgar o petista naquela situação. Não há data marcada para que esse pedido seja analisado.

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

CONVENÇÃO ORDINÁRIA PMN 2020 04 e 05 JULHO

Nosso encontro está marcado. Coloque na agenda. Aproveite as promoções de passagens e mantenha-se atualizado com suas obrigações. 2020 está batendo em sua porta.
Nenhuma descrição de foto disponível.

Conforme o Art 33 de nosso estatuto, nossa convenção Ordinária já tem data marcada;

Dias 04 e 05 de Julho em São Paulo.

Mantenha-se em dia com as obrigações Partidárias.
Mobilize-se!
PMN PARTIDO DA MOBILIZAÇÃO NACIONAL 

terça-feira, 5 de novembro de 2019

Ilhéus: Turista é internado após ficar com corpo manchado

Ilhéus: Turista entra no mar e fica com corpo manchado; vigilância apura relação com óleoO turista mineiro que teve o corpo manchado após um banho de mar em Ilhéus, no litoral sul, está internado nesta terça-feira (5). Não há previsão de alta. O homem, identificado como Anderson Gabriel, foi levado ao Hospital Regional Costa do Cacau nesta segunda-feira (4). O caso ocorreu no último sábado (2) . Uma investigação da Vigilância em Saúde apura se o caso tem relação com as manchas de óleo que atingem o litoral nordestino.

Conforme o G1, além do turista, é também investigado o caso da ativista ambiental Claudia Santana. Ela passou mal quando ajudava a recolher material em uma praia. Segundo o coordenador da Vigilância do município, o caso de Anderson Gabriel é considerado isolado. O turista teria sido o único que teve manchas no corpo após banho de mar na região. Os dois pacientes se submeteram a exames. O resultado deles ainda não foi divulgado.

Demitido, ex-presidente da Funarte diz que nunca foi recebido por Bolsonaro


Demitido, ex-presidente da Funarte diz que nunca foi recebido por BolsonaroDemitido nesta segunda (4) do cargo da presidência da Fundação Nacional de Artes, a Funarte, o pianista Miguel Proença diz que se sentiu preterido de diálogos com o governo e que, durante todo o ano, apesar de sua insistência, não conseguiu ser recebido nem pelo presidente Jair Bolsonaro nem pelo ministro Osmar Terra, da pasta da Cidadania, à qual a Funarte é subordinada.

A demissão de Proença foi assinada pelo ministro Onyx Lorenzoni, da Casa Civil, e foi publicada no Diário Oficial da União nesta segunda. Para assumir seu lugar, está sendo considerado o diretor e dramaturgo teatral Roberto Alvim, atual diretor do Centro de Artes Cênicas da mesma instituição. 

Alvim se aproximou de Bolsonaro no início do ano e foi nomeado para o cargo que ocupa desde julho. Em setembro, ele atacou Fernanda Montenegro nas redes sociais, quando a atriz se caracterizou como uma bruxa prestes a ser queimada em uma fogueira de livros, em foto publicada pela revista literária Quatro Cinco Um. Na ocasião, Proença se manifestou publicamente a favor da atriz. Segundo o pianista, o episódio não tem relação com sua demissão.

Proença diz ainda que, desde que Alvim assumiu o Centro de Artes Cênicas da Funarte, houve "uma quebra" do órgão em duas partes. O pianista tinha projetos direcionados à música e diz que sentiu que Alvim ganhou autonomia dentro do órgão e parou de responder hierarquicamente à presidência da entidade. "O que senti foi uma divisão da Funarte, fiquei presidente de uma parte. E a parte do teatro era dedicada ao projeto do Alvim, foi o que me causou incômodo. Eu não tinha acesso a falar com Alvim."

Vice-presidente, Hamilton Mourão desembarca em Salvador na próxima semana


Vice-presidente, Hamilton Mourão desembarca em Salvador na próxima semanaVice-presidente da República, Hamilton Mourão (PRTB) desembarca em Salvador na próxima segunda-feira (11). O número 2 do Palácio do Planalto vai participar do evento "Brasil Futuro Econômico".

Mourão dará a palestra no Teatro Sesc Casa do Comércio, na Avenida Tancredo Neves, a partir das 10h30. O tema da palestra não foi divulgado. O evento é organizado pela Fecomércio e pela Faeb.