quarta-feira, 28 de julho de 2021

Aras vai intimar Braga Netto para explicar ameaças contra processo eleitoral


O procurador-geral da República, Augusto Aras, vai intimar o ministro da Defesa, Braga Netto, para prestar esclarecimentos sobre supostas ameaças que teria feito contra o processo eleitoral. A informação é da coluna Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo.

O general teria dito a parlamentares que as eleições de 2022 não seriam realizadas caso o voto impresso não seja adotado no Brasil.

 

Ainda segundo a Coluna, após a ameaça, Braga Netto virou alvo de quatro ações no Supremo Tribunal Federal (STF). Na terça (27), o ministro Gilmar Mendes encaminhou para Aras os procedimentos para que ele dê prosseguimento aos pedidos.

 

Conforme a publicação, o PGR também quer ouvir o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP). De acordo com a coluna, o presidente nacional do PP - e agora ministro da Casa Civil -, Ciro Nogueira, e o presidente do Republicanos, deputado federal Marcos Pereira, também podem ser ouvidos no processo.

Inscrições para o Fies do segundo semestre começam nesta terça-feira


As inscrições para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) do segundo semestre de 2021 começam nesta terça-feira (27). Candidatos interessados podem efetuar a inscrição por meio do portal do programa até a próxima sexta-feira (30).

Estudantes que realizaram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir da edição de 2012 podem pleitear uma bolsa no programa de financiamento deste ano. Os alunos devem ter média mínima de 450 pontos e nota superior a zero na redação do exame.

O Fies tem por objetivo conceder financiamento a estudantes em cursos superiores particulares, com avaliação positiva nos processos conduzidos pelo Ministério da Educação e ofertados por instituições aderentes ao programa.

Camaçari: Dono de casa de eventos é morto a tiros na Via Parafuso


Um empresário foi morto a tiros na noite desta terça-feira (27) em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). A vítima foi identificada como Sandro da Cruz dos Santos, de 46 anos. Ele era conhecido também como Zeus Paredão, proprietário da casa de eventos Mansão Show.

Segundo o Centro de Integrado de Comunicações da Secretaria da Segurança Pública (SSP-BA), o homicídio ocorreu em um trecho da Via Parafuso, antes de um pedágio, por volta das 18h15. Ainda não há informações sobre a autoria e a motivação do crime.

segunda-feira, 19 de julho de 2021

Música Lula 13 Nova Lula 2022,Lula LULA PRESIDENTE

Convenção Nacional 2021 - PMN

 

A Executiva Nacional do Partido da Mobilização Nacional, em conformidade com o artº 25 dos estatutos partidários, convoca os senhores Convencionais habilitados na forma do artigo 29, para participarem das Convenções que deliberarão acerca de matérias de suas respectivas competências: I – Convenção nacional, a ser realizada de forma híbrida ( Presencial e Remota via plataforma Zoom Meeting )  nos dias 24 e 25/07/2021, na sala de eventos do Hotel Nobile Downtown São Paulo, sito a R. Araújo, 141 – República, São Paulo – SP, com início às 9:00hs,  estendendo-se até cumprimento integral das pautas;

  1. Reformulação dos estatutos partidários, conforme proposta publicada nesta edição do DOU;
  2. Suprimento de vagas existentes no diretório nacional.
  3. Outros assuntos pertinentes à convenção.


    O link e habilitação para participação remota serão divulgados no sítio oficial do partido. 

São Paulo, 22 de Junho de 2021 
Antônio Carlos Bosco Massarollo 
Presidente Nacional

Globo debocha de bolsonaristas em final de Salve-se Quem Puder

O último capítulo de “Salve-se Quem Puder” contou com um deboche contra o comportamento bolsonarista em relação à Rede Globo.  Na cena em questão, após ser convidada para gravar no lugar de sua irmã, Petra (Bruna Guerin), Alexia (Deborah Secco) chega ao estúdio de uma novela na Globo e encontra a parente.

A atriz recém demitida ofende a irmã, que revida jogando a megera em uma fonte em frente ao estúdio. 

Revoltada com a humilhação, Petra começa a criticar a Rede Globo e os funcionários da emissora, com termos muito familiares aos apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, como “comunistas” e “pessoas de bem”, além de citar um “plano maléfico” e um “complô”..

 “Isso é um complô, um complô da Alexia e dessa TV comunista contra mim. É isso que vocês são, um bando de comunistas. Mas o Brasil já sabe o plano maléfico que vocês têm pra acabar com esse país, pra acabar com as pessoas de bem...", bradava a megera.

Na pandemia, Congresso tenta emplacar a maior reforma política e eleitoral


Sob condução principalmente da Câmara, o Congresso tentará emplacar nos próximos dois meses a maior reforma eleitoral e política desde a Constituição de 1988.

 

Atualmente há cinco frentes de debate já formalizadas e uma sexta em gestação, todas elas iniciadas em 2021, em meio à pandemia da Covid.
 

As mudanças pretendidas incluem temas como mudança do sistema de eleição de deputados e vereadores, exigência da impressão do voto eletrônico, simplificação de regras de transparência, amarras ao poder da Justiça Eleitoral, afrouxamento de punição pelo mau uso de verbas públicas e relaxamento das cotas criadas para incentivar a presença de mulheres e negros na política.
 

Um dos pontos de maior interesse dos parlamentares já saiu do papel, com a aprovação na quinta-feira (15) de proposta que triplica o Fundo Eleitoral --a verba para abastecer candidatos em 2022 pode saltar de R$ 2 bilhões para R$ 5,7 bilhões.
 

O aumento, incluído na Lei de Diretrizes Orçamentárias, ainda tem um caminho a percorrer para entrar em vigor.
 

O presidente Jair Bolsonaro, que é crítico do fundão, tem prerrogativa de vetar o dispositivo na LDO ou, posteriormente, no Orçamento de 2022, que será votado a partir de setembro.
 

A palavra final em ambos os casos, porém, cabe ao Congresso, que pode derrubar um eventual veto.
 

Bolsonaro terá que optar entre desagradar sua base eleitoral e entrar em contradição com seu próprio discurso ou irritar sua base de apoio no Congresso. Em 2020, quando passou pela mesma situação, o presidente escolheu a primeira opção e sancionou o fundão de R$ 2 bilhões.
 

A iniciativa mais ousada no sentido de alterar a legislação eleitoral é capitaneada pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).
 

Coube a ele criar um grupo de trabalho que pretende revogar toda a legislação eleitoral ordinária e substitui-la por um único código, além de duas comissões especiais para analisar a obrigatoriedade da impressão do voto eletrônico e outras mudanças na Constituição.
 

Entre as medidas mais polêmicas, está a substituição do sistema de eleição de deputados e vereadores pelo chamado "distritão".
 

Hoje, vereadores e deputados --estaduais e federais-- são eleitos pelo sistema proporcional. Os assentos nas Casas Legislativas são distribuídos de acordo com a votação total dos candidatos e do partido (voto na legenda). Os votos excedentes dos mais votados ajudam a puxar candidatos com menos votos.
 

No distritão, são eleitos os mais votados. Ou seja, toda a votação dada em excesso aos eleitos e a dada aos não eleitos não vale nada. Em vez de priorizar o apoio a partidos, o distritão fortalece o personalismo, com tendência de beneficiar políticos já bem colocados e celebridades.
 

Os três colegiados já estão prontos para votar os textos, com graus variados de possibilidade de aprovação.
 

Bandeira do bolsonarismo, o voto impresso quase foi derrotado em reunião na sexta (16), mas uma manobra de governistas adiou a votação para 5 de agosto, depois do recesso parlamentar.
 

O tema tem sido usado insistentemente por Bolsonaro para fazer ameaças golpistas contra as eleições de 2022. Ele já afirmou que se a mudança não ocorrer não haverá eleições. Uma reação de 11 partidos, porém, virou o jogo e, até essa sexta, garantia uma maioria para rejeitar a proposta.
 

Já a comissão especial relatada pela deputa Renata Abreu (Podemos-SP) --onde é discutido o distritão-- deve votar o relatório também na primeira semana de agosto.
 

Dirigentes partidários também se colocaram contra a implantação do distritão. Embora o tema já tenha sido derrotado duas vezes na Câmara, nos últimos anos, a avaliação atual é que há votos suficientes para aprovação no plenário (pelo menos 308 de 513 deputados).
 

Os contrários tentam barrar a medida na comissão. Se isso falhar, há ainda a expectativa de que o Senado não priorize o tema.
 

O texto da deputada também impõe amarras no poder do Tribunal Superior Eleitoral e do Supremo Tribunal Federal de interpretar a legislação eleitoral --resoluções aprovadas com menos de um ano de prazo não valeriam nas eleições.
 

Essa é uma antiga demanda da classe política, que reclamou especialmente nas últimas eleições da decisão do TSE e do STF de determinar a distribuição proporcional de recursos de campanha entre candidatos brancos e negros.
 

Já o relatório da deputada Margarete Coelho (PP-PI) --que visa instituir o código eleitoral único--, foi finalizado na quinta. Ela traz uma série de medidas que simplificam e tornam menos rígidas as regras de prestação de contas, além de afrouxar punição a políticos que incorram em irregularidades.
 

O texto de Margarete ainda pretende proibir a divulgação de pesquisas eleitorais no dia e na véspera das disputas, além de criar um suposto "percentual de acerto" dos institutos.
 

As duas medidas são criticadas por especialistas sob o argumento de que representam censura a informações relevantes para os eleitores.
 

Também desconsideram a natureza dos levantamentos, que apontam retratos do momento em que foram feitos, passíveis de mudanças até a hora exata do voto.
 

Já o Senado aprovou na terça (13) e quarta-feira (14) um pacote de projetos que estabelece, entre outros pontos, ampla anistia aos partidos que não cumpriram as cotas de gênero e racial nas eleições realizadas até agora.
 

Um dos textos prevê cota de cadeiras femininas nos Legislativos (18% em 2022, chegando a 30% em 2038), mas retira a exigência de que os partidos lancem ao menos 30% de candidatas, além de desobrigá-los de destinar recursos de campanha e tempo de propaganda proporcionais ao número de candidatas (desde que não seja inferior a 30%).
 

Em 2018, 15% das 513 cadeiras da Câmara dos Deputados foi conquistada por mulheres. Especialistas criticam o fim da exigência de cota de candidatas e de financiamento proporcional, afirmando que isso irá inibir a participação feminina.
 

Outra medida dificulta o acesso de partidos nanicos ao Legislativo (a disputa das chamadas "sobras"), medida que encontra grande apoio entre os congressistas. Esses projetos seguiram para votação na Câmara.
 

Para o líder do MDB na Câmara, Isnaldo Bulhões (AL), não há conflito de agenda entre deputados e senadores. "Não há nenhum tema que vá de encontro ao que está em debate na Câmara", disse, se referindo aos projetos do Senado.
 

O deputado Fábio Trad (PSD-MS), entretanto, diz ver uma falta de sintonia entre as duas casas. "Demonstra uma falta de harmonia entre Câmara e Senado, o que pode prejudicar a normatização das eleições."
 

Uma sexta frente ainda está se desenhando e não foi formalizada. Apoiada pelos ministros do STF Gilmar Mendes e Luís Roberto Barroso, esse também presidente do TSE, e pelo ex-presidente Michel Temer (MDB), o semipresidencialismo ganhou fôlego nos últimos dias ao receber o apoio de Lira, que defende discussão para implantação da medida em 2026.
 

O semipresidencialismo é uma espécie de parlamentarismo, mas com a manutenção de mais poder na mão do presidente.
 

O Presidente da República, eleito pelo voto direto, é o chefe de Estado, comandante supremo das Forças Armadas e tem o poder de dissolver o Congresso em casos extremos, convocando novas eleições, entre outras funções. Ele é responsável por indicar o primeiro-ministro, que é quem governará, de fato, juntamente com o Conselho de Ministros.
 

Desde a Constituição de 1988, o país passou por alterações de maior monta na legislação política e eleitoral no final dos anos 90 --com a implementação da leis eleitoral e dos Partidos Políticos, além da instituição da reeleição no Executivo-- e entre 2015 e 2017.
 

Nesses anos, o STF proibiu o financiamento empresarial das campanhas. Com isso, o Congresso criou o Fundo Eleitoral. Houve também a decisão de acabar com as coligações nas eleições proporcionais, o que tende a enxugar o quadro partidário.

Bancada evangélica reforça coro por troca de líder do governo na Câmara


A bancada evangélica passou a defender o pleito para que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) retire do deputado federal Ricardo Barros (PP-PR) o posto de líder do governo na Câmara. O parlamentar foi atrelado às denúncias de corrupção em torno do contrato da vacina Covaxin.

Segundo o deputado federal Luís Miranda (DEM-DF), ao ouvir dele que seu irmão, Luís Ricardo Miranda, servidor do Ministério da Saúde, sofria pressão atípica para aprovar o contrato mesmo com diversas irregularidades, o presidente da República atribuiu as suspeitas a Ricardo Barros. Em meio a isso, cresce o movimento para que Bolsonaro troque a liderança do governo na Câmara.

Patriota se reaproxima do governo de Rui Costa

O partido Patriota da Bahia tem dado sinais de que pode  voltar a apoiar o governador Rui Costa. A mudança no discurso político veio após o então presidente nacional da sigla, Adilson Barroso, ser afastado do partido ao se declarar favorável à filiação do presidente Jair Bolsonaro. Nesta sexta-feira (16), o presidente estadual da legenda, Alexandre Marques já demonstrou aproximação com o governo estadual ao se encontrar com secretário de Relações Institucionais do Estado (SERIN), para comunicar sua retomada à direção do Patriota na Bahia. 

No encontro, além de Alexandre Marques e o secretário Luiz Caetano, estiveram presentes o presidente do Patriota de Camaçari, Roberto Amarigio, que vem sendo aliado do partido dos trabalhadores (PT) na cidade nas últimas eleições. Já o presidente estadual do partido segue aliado da prefeita de Lauro de Freitas,  Moema Gramacho, desde a época em quem foi secretário municipal do governo da petista.