Ou seja, não só serve para jogar em jogador como fez a torcida do Bahia, o que nós condenamos, mas a caxirola é um plástico rígido, cortante e estremamente nocivo. E se dois torcedores se desentenderem na arquibancada e um der uma murro na cara do outro com aquilo?”, questionou, em entrevista ao Bahia Notícias. De acordo com o edil, que garantiu ter reunido o apoio da maioria dos colegas, o licenciamento do produto força uma avaliação se, de fato, há a preocupação dos órgão envolvidos na organização dos eventos com a segurança. “O rigor da Fifa com relação às questões de segurança proíbe, por exemplo, que circule pelos estádios água mineral em garrafas plásticas. (...) Existem coisas muito mais simbólicas na Bahia e na nossa tradição, como as baianas de acarajé que, ‘em nome da segurança’, estão proibidas dentro do estádio”, criticou.
Entretanto, antes mesmo da possível proposição ser aprovada no Legislativo soteropolitano, segundo a agência de notícias Folhapress, o Comitê Organizador Local da Copa (COL) e a Fifa pretendem reavaliar o uso da caxirola como item aprovado para entrar nos estádios sedes dos eventos internacionais. Caso seja mantida a liberação do objeto, que leva selo oficial e será vendido como souvenir para animar torcidas, a estimativa é a de que sejam produzidas 50 milhões de unidades, com previsão de preço entre R$ 20 e R$ 29.
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